30jul

Chave de Ativação Windows 10 para uma instalação limpa

Atualizei meu Windows para o Windows 10 e quero formatar e fazer uma instalação limpa direto com a ISO do novo sistema operacional, é hora de você saber qual é a nova chave de ativação do seu Windows 10. Para isso faça download do ProductKey da Nirsoft e execute o arquivo ProduKey.exe existente ali dentro (alguns antivirus ou antimalware podem reclamar desse arquivo, mas isso é normal devido à natureza dele e esse aplicativo não oferece risco algum). Anote a sua chave de ativação (cd-key) do Windows 10 e boa instalação.

instalacao-limpa-windows-10-12

 

 

 

 

 

 

 

 


Creditos: Badoo

29jul

Laboratório participativo reúne representantes da saúde suplementar

Encontros promovidos pela ANS têm o objetivo de discutir melhorias no setor de planos de saúde

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reuniu, no Rio de Janeiro,  representantes de operadoras de planos de saúde, prestadores de serviços de saúde e entidades de defesa do consumidor em mais uma edição do Laboratório de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação Setorial (LAB-DIDES).  

Na reunião, realizada em 24/7, a diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira, apresentou o resumo das contribuições recebidas dos participantes do Laboratório a respeito dos temas: divulgação do extrato de utilização do beneficiário e transparência da metodologia de cálculo do reajuste dos planos coletivos.   

Martha explicou que, com base nas contribuições, a proposta da ANS para a transparência da metodologia é que a operadora forneça extrato pormenorizado à pessoa jurídica contratante, detalhando todos os itens que compuseram o cálculo do percentual de reajuste. “Em relação ao extrato de utilização do beneficiário a ideia é que a operadora disponibilize as informações de uso dos consumidores em área restrita do portal da empresa”, comentou.  

A reunião também contou com a participação do gerente-geral de Informação e Sistemas, Altino Ribeiro Leitão, que apresentou a proposta de criação do Grupo Técnico de Tecnologia da Informação da ANS (GT-Informação) com as operadoras, destinado às equipes de tecnologia da informação das operadoras.  

 

Sobre o LAB-DIDES 

O LAB-DIDES foi criado em março de 2015 com o objetivo de avaliar estudos e pesquisas sobre os temas relacionados a desenvolvimento, sustentabilidade, concorrência, qualidade e inovação setorial, além de discutir políticas regulatórias.

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28jul

Ressarcimento ao SUS e Protocolo Eletrônico de Ressarcimento ao SUS (PERSUS)

Com o objetivo de atender às demandas encaminhadas pelas operadoras de planos de saúde a respeito
dos temas Ressarcimento ao SUS e Protocolo Eletrônico de Ressarcimento ao SUS (PERSUS), a Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS) atualizou a Central de Atendimento do site da ANS com as
principais dúvidas recebidas. Confira os links abaixo:

  1. Como a operadora deve proceder caso identifique que o procedimento cobrado não é coberto pelo rol de procedimentos?
  2. Como ocorrerá a incidência de juros e multa de mora nos processos anteriores e posteriores ao 54º ABI ?
  3. Preciso validar externamente todos os documentos que anexarei no Protocolo Eletrônico de Ressarcimento ao SUS – PERSUS?
  4. O que a ANS tem feito para a melhoria do Protocolo Eletrônico de Ressarcimento ao SUS?
  5. A cobrança de acréscimos referentes a custos administrativos de alguns hospitais deve ser ressarcida ao SUS?
  6. Como devo proceder para a comprovação de vínculo dos beneficiários?
  7.   É possível que haja extensão dos prazos de recurso?
  8. Quais as medidas adotadas pela ANS para duração razoável do processo?

Confira outras perguntas acessando a Central de Atendimento do site da ANS.  

 

28jul

Planos de saúde registram mais de 100 mil reclamações em um ano – Jornal Hoje – Rede Globo

Mau atendimento e dificuldade para marcar consulta são campeãs de queixas.

Números estão em balanço divulgado pela Agência Nacional de Saúde.

A Agência Nacional de Saúde divulgou, na ultima quinta-feira (23), o balanço das reclamações feitas desde que os planos de saúde foram obrigados a manter uma ouvidoria para atender os consumidores insatisfeitos. O mau atendimento e a dificuldade para marcar consulta estão entre as principais reclamações, em uma lista de mais de 100 mil queixas.

A comerciante Jucelene Soares levou um grande susto com o aumento do plano de saúde.  O valor pulou de R$ 764 para R$ 917. Ela ligou para o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da operadora e conseguiu o que queria: “Eles pediram de três a quatro dias úteis e e fizeram a negociação para dar um desconto por seis meses”.

Quando o problema não é resolvido, a pessoa recorre às ouvidorias dos planos.  “Chegando essa demanda, a pessoa responsável pela ouvidoria vê todo dia e já encaminha para as áreas necessárias para resolver”, explica Nivaldo de Oliveira, ouvidor substituto.

No primeiro ano de funcionamento (de outubro de 2013 a outubro de 2014), as ouvidorias no país receberam 105.749 queixas, segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS). A maior parte (32,4%) foi gente com dificuldade para marcar consulta ou por mau atendimento. Em seguida (22,4%), estão as reclamações sobre contratos e carteirinhas e, depois, aparecem as insatisfações por reajustes e cobranças (17,7%).

"As operadoras estão sujeitas a multas de R$ 25 mil pelo não cadastro da ouvidoria. As ouvidorias devem dar ampla divulgação a esse canal de ouvidoria junto a seus beneficiários", afirma Jorge Toledo, ouvidor da ANS.

Para melhorar essa relação, muitas vezes cheia de conflitos, a ANS está fazendo uma norma que vai exigir mais dos planos. Pela proposta, as operadoras terão que manter postos de atendimento presencial. As empresas com mais de 100 mil clientes ainda terão que oferecer atendimento telefônico 24 horas, todos os dias da semana.

“É muito importante que o consumidor, usuário de plano de saúde, discuta diretamente com o seu plano e anotar o protocolo desse diálogo, desse atendimento, o nome de quem o atendeu. Não sendo resolvido, vir ao Procon”, orienta Maria Lúcia Scarpelli, coordenadora do Procon.

Mirian Gomes, autônoma, precisou recorrer à ANS e à Justiça para resolver o problema com o plano de saúde. Ela incluiu o filho no plano e a empresa cortou benefícios do contrato. O SAC e a ouvidoria não ajudaram: “Eu liguei 17 vezes para empresa, eu fiz reclamações em sites, eu procurei a ouvidoria. É muita dor de cabeça, um trabalho, eu fiquei assim um tempo, descoberta de plano. O tempo que demorou isso tudo, se eu passasse mal, se eu precisasse, eu não teria onde recorrer".

Fonte: Rede Globo

27jul

Risco Assistencial – Processamento Junho 2015

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informa que já está disponível o resultado do Risco Assistencial – processamento JUNHO/2015, no seguinte endereço:

 

http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/espaco-da-operadora/745-consulta-a-metodologia-de-risco-assistencial.

As operadoras que se encontram em regime de Direção Técnica ou em Plano de Recuperação Assistencial não estão elegíveis ao Risco Assistencial até a regularização da situação junto à GEDIT/DIPRO, portanto, não haverá Prontuário de Resultados disponível para essas operadoras.

 

PASSO A PASSO

1 – Requisitos:

 1.1 -Download do aplicativo PTA da ANS

 http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/espaco-da-operadora/192-manual-de-instalacao-historico-de-versao-e-outros-arquivos-pta

 

1.2 – Não esqueça de baixar o Manual do usuário para que possa configurar e liberar “as portas” para baixar os arquivos da ANS. Consulte as páginas 14 a 16 do manual do usuário do PTA (link Manual)

1.3 -Feito isso instale o aplicativo e faça o teste conforme sugerido no Manual do usuário.

 pta

 

2 – Procedimento:

 2.1 – Execute o arquivo PTA

 

2.2 -Será exibido a tela do PTA

 

 TELA02

2.3- Coloque registro e senha da operadora

2.4 – Selecione a função RECEBER ARQUIVOS DA ANS (“DOWNLOADS”)

2.5 – Clique em PRÓXIMO

2.6 -Sera apresentada outra tela, selecione TIPO DE ARQUIVO, MTA – Monitoramento Assistencia

2.7 – Clique em PRÓXIMO

 

03

 2.8 – Será apresentada a tela abaixo.

 junho_2015

2.9 – Selecione o Monitoramento Assistencial e clique em Baixar

 liberado

Selecione o local para salvar o arquivo, cuja extensão é .ZIP 

 

 

Legislação:

 – IN 31 DIPRO –

http://www.ans.gov.br/index2.php?option=com_legislacao&view=legislacao&task=TextoLei&format=raw&id=1756

 – RN 256 – 

http://www.ans.gov.br/index2.php?option=com_legislacao&view=legislacao&task=TextoLei&format=raw&id=1751

 

 – Nota Técnica N° 84/2015/DIPRO – Dispõe sobre a metodologia do Risco Assistencial – processamento JUN/15 – http://www.ans.gov.br/images/stories/Plano_de_saude_e_Operadoras/Area_da_Operadora/moa/nota85_2015.pdf

 – Nota Técnica N° 85/2015/DIPRO – Dispõe sobre os resultados do Risco Assistencial – processamento JUN/15 – http://www.ans.gov.br/images/stories/Plano_de_saude_e_Operadoras/Area_da_Operadora/moa/nota84_2015.pdf

 – Metodologia do Risco Assistencial –  http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/espaco-da-operadora/745-consulta-a-metodologia-de-risco-assistencial 

23jul

ANS divulga relatório sobre atuação das ouvidorias de planos de saúde

Relatório inédito divulgado nesta quinta-feira (23/07) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostra que das 1.425 operadoras de planos de saúde ativas no país (dados de dezembro de 2014), 1.320, o equivalente a 93%, possuem ouvidorias cadastradas em cumprimento à Resolução Normativa n° 323/2013. Em termos de cobertura, a presença dessas unidades atinge mais de 99,8% do total de beneficiários em planos de assistência médica e exclusivamente odontológica. Mais de 89% das ouvidorias respondem conclusivamente suas demandas dentro do prazo de sete dias úteis estipulado pela legislação. Esses dados fazem parte do primeiro levantamento feito pela ANS junto às ouvidorias depois que a normativa entrou em vigor.

O relatório contempla informações sobre as demandas recepcionadas pelas ouvidorias e avalia o empenho das equipes no controle da qualidade dos serviços e na busca de solução para problemas na relação de usuários com as operadoras. Para isso, são descritas as características das demandas recebidas ao longo do ano; o tempo médio de resposta conclusiva ao demandante; e a situação atual de recomendações. 

Ao instituir a implantação compulsória de ouvidorias pelas operadoras, a ANS busca proporcionar aos beneficiários de planos de saúde um canal de atendimento com escuta qualificada, diferenciada dos Serviços de Atendimento ao Cliente (SAC), capaz de solucionar com eficácia os conflitos existentes. As ouvidorias são uma forma de reduzir assimetria de informações do mercado e a judicialização dos conflitos, e, ao mesmo tempo, servem como instrumento para correção e aprimoramento da gestão das operadoras na busca da satisfação dos beneficiários. 

“A RN 323 veio aprimorar a relação entre os clientes e as operadoras, ajudando a diminuir conflitos e a buscar soluções sem a necessidade de medidas judiciais. Dessa forma, a abertura desse canal de comunicação tende a aumentar a satisfação do usuário, proporcionando ao setor a possibilidade de melhorar seus processos internos em busca da excelência na prestação dos serviços e fidelização de sua clientela”, avalia o ouvidor da ANS, Jorge Toledo. “É, também, uma oportunidade para que as empresas resgatem a confiança de seus clientes através de um atendimento qualificado e de um acolhimento diferenciado dos atendimentos usuais dos SACs”, completa Toledo.

Análise das demandas recebidas - Das 1.320 ouvidorias cadastradas, 1.241 (94%) enviaram relatórios à ANS, cumprindo com a obrigação de envio de informação. Destes, 804 (64,8%) foram considerados aptos para análise dos dados referentes às demandas recebidas pelas unidades de ouvidoria das operadoras. Foram excluídos da análise formulários com informações preenchidas com o numeral zero, com dados incompletos para os campos referentes às demandas ou por conterem dados inconsistentes. Mais de 89% das ouvidorias informaram que respondem conclusivamente suas demandas dentro o prazo de sete dias úteis estipulado pela Resolução Normativa nº 323. 

Em 2014, as 804 unidades de ouvidoria recepcionaram 800.239 manifestações/demandas de seus 68,1 mil beneficiários. No mesmo ano, a ANS recebeu 328.935 demandas de consumidores através de seus canais de atendimento. Comparativamente, as unidades de ouvidorias das operadoras receberam aproximadamente 2,5 demandas para cada grupo de 1.000 beneficiários a mais que os canais de atendimento da ANS. 

De uma forma geral, o telefone é o canal de atendimento mais utilizado pelos consumidores (58,6%). O tema mais frequente das demandas foi prestação do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), com aproximadamente 35%, seguido de cobertura assistencial (23,2%), rede credenciada/prestadora (18,6%), questões administrativas (11,8%) e financeiras (11,6%). No geral, a consulta foi o tipo mais frequente de demanda, com aproximadamente 63% das manifestações, seguida de reclamação (32,9%), elogio (2,3%), sugestão (1,4%) e denúncia (0,4%). 

Em relação às reclamações recebidas pelas ouvidorias, 32,4% se referem à rede credenciada/prestadora (dificuldade de marcação de consulta/agendamento, falta de prestador, mau atendimento por parte do prestador, descredenciamento de rede); 22,4% a questões administrativas (relação comercial entre operadora e consumidor, corretores, carteirinhas, contratos); 17,7% a questões financeiras (reajuste, boletos, cobranças, reembolso); 14,1% a assuntos pertinentes à cobertura assistencial (autorização, negativa de cobertura/atendimento, demora na liberação de material); e 13,4% a SAC.

O relatório mostra ainda que aproximadamente 88% (1.079) das unidades de ouvidoria não possuem sistema avaliação de seu atendimento pelo usuário. Das 11,7% ouvidorias (143) que possuem tal serviço, o atendimento foi muito bem avaliado; o conceito bom recebeu 40,6% (58 ouvidorias) e ótimo teve 31,5% (45 ouvidorias). Uma pequena parcela considera o serviço regular ou ruim, 1,4% e 2,1%, respectivamente. 

As operadoras que ainda não cadastraram suas respectivas unidades de ouvidoria e/ou não enviaram os relatórios à ANS nos prazos normatizados estão sujeitas a multa no valor de R$ 25 mil. As informações recebidas pela ANS serão compiladas, analisadas e divulgadas anualmente.

Acesse aqui o relatório

23jul

PLANO PODE SER MULTADO AO NEGAR EXAMES SOLICITADOS POR DENTISTAS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou em rede nacional a ilegalidade que vem sendo praticada por planos de saúde no Brasil. Segundo a agência reguladora, as operadoras de seguros de saúde estão deixando de prestar serviços quando a solicitação de exames é passada por um cirurgião-dentista. 
Neste caso, o direito do consumidor é afetado e alguns planos de saúde justificam o procedimento por entenderem que o carimbo de um médico tem mais "valor" do que o carimbo de um cirurgião-dentista. Para o diretor da ANS, João Luís Barroca, a recusa é mais uma tentativa que algumas operadoras, as más operadoras, tendem a fazer para postergar o acesso aos usuários de utilizarem seus direitos, que é realizar estes procedimentos. 
A ANS assegura aos cirurgiões-dentistas o direito de requisitar exames. Os odontólogos estão protegidos por uma lei federal e uma súmula normativa publicada pela ANS há mais de 5 anos. "De jeito nenhum um usuário pode ter seu pedido negado de acordo com a especialidade do médico ou odontólogo que solicitou. Isso não pode seu motivo para negativa de cobertura", ressalta Barroca. 
Planos de saúde que negam exames solicitados por cirurgiões-dentistas podem ser multados em R$ 80 mil. Os usuários das operadoras de serviços de saúde que se sentirem lesados podem recorrer ao Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) ou registrar Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia mais próxima. Além de ilegal, o não-atendimento se enquadra também em danos morais sofridos pelos afetados, sejam eles cirurgiões-dentistas ou pacientes. Para o presidente do Conselho Regional de Odontologia (CRO/PI), Dr. Antônio Costa, qualquer procedimento solicitado pelos cirurgiões-dentistas deve ser atendido pelos planos de saúde com cobertura,à ilegalidade e deverá ser punida pelos devidos órgãos competentes.

CAPITAL TERESINA

23jul

Plano de saúde sobe 1,59% no IPCA-15, reflexo de reajuste autorizado pela ANS

As mensalidades de plano de saúde ficaram 1,59% mais caras no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de julho, informou nesta quarta-feira, 22, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é reflexo parcial do reajuste máximo de 13,55% concedido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre os contratos individuais e familiares.

"O IPCA-15 de julho, excepcionalmente, incorporou ajustes relativos aos meses de maio e junho, em razão de o reajuste ser válido para o período de maio de 2015 a abril de 2016", informou o IBGE em nota.

Além do plano de saúde, os artigos de higiene pessoal ficaram 0,86% mais caros em julho. Porém, o grupo Saúde e Cuidados Pessoais, mesmo assim, registrou leve desaceleração, de 0,87% em junho para avanço de 0,80% no IPCA-15 deste mês.

 Fonte: Revista Isto É Dinheiro

23jul

“ Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum ”

- Jim Rohn -
21jul

Direitos do Consumidor de Planos de Saúde – Monitor Mercantil

Para munir de informação os consumidores contra os abusos cometidos pelas operadoras de planos de saúde e acerca do direito a cobertura de consulta, exames, cirurgias e tratamentos, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), no próximo dia 30, realizará das 15 às 17h30 em seu auditório (Rua Desembargador Guimarães, 21, Água Branca, SP), o curso "Planos de Saúde: direito ao atendimento", que irá apresentar as leis e normativas que amparam os direitos dos consumidores de planos de saúde, com ênfase no Código de Defesa do Consumidor e na Lei de Planos de Saúde.

A advogada e especialista em Planos de Saúde do Idec, Joana Cruz, irá orientar como garantir que o direito do consumidor à cobertura de consultas, exames, tratamentos e cirurgias seja respeitado pelas operadoras de planos de saúde. ?Infelizmente, os abusos cometidos pelas operadoras persistem ano após ano, e sabemos que os consumidores têm inúmeras dúvidas sobre seus direitos. Nesse curso, procuramos esclarecer essas questões e, assim, oferecer subsídios para que o consumidor possa empoderar-se. Conhecer os direitos é fundamental para não ser lesado?, explica Joana Cruz advogada e pesquisadora do Idec.

O curso é voltado para associados, consumidores, advogados, corretores e demais interessados em conhecer e exercer seus direitos de consumidor. O investimento é de R$ 120 (ou três parcelas de R$ 40), sendo, a partir do dia 27, R$ 180 (em quatro de R$ 45). Inscrições em http://www.idec.org.br; dúvidas e informações: eventos@idec.org.brou (11) 3874-2150

Fonte: Monitor Mercantil

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