ANS

21jul

Hapvida: Faturamento de R$ 2,5 bi em 2014 – Monitor Mercantil

O Hapvida registrou R$ 2,5 bilhões de receita bruta no acumulado do ano de 2014, número 26,9% maior do que a receita bruta do ano anterior (R$ 1,970 bilhão), e encerrou o ano em posição de destaque no setor da saúde suplementar, consolidando sua presença e conquistando altos níveis de excelência operacional.

A operadora registrou crescimento de receita líquida de R$ 1,963 bilhão no ano passado, ante R$ 1,511 bilhão em 2013, o que representa crescimento de quase 30%. O Hapvida teve ainda lucro líquido recorde ao atingir a cifra de R$ 289,495 milhões, aumento de 55% ante 2013 (R$ 186,067 milhões).

A empresa fechou 2014 com mais de 3 milhões de beneficiários. De acordo com Jorge Pinheiro, presidente do Hapvida, a empresa fortaleceu sua presença no mercado nacional de planos de saúde e odontológicos e tem hoje quase 13% de clientes fora do eixo Norte-Nordeste.

"O Hapvida apresentou resultados significativos em 2014, com margem Ebitda recorde para o setor de 19,33% no ano passado, evidenciando sua posição de destaque no mercado nacional de operadoras de saúde. Todas as áreas da empresa apresentaram melhoria de desempenho e competitividade, o que resultou em um crescimento de 36,8% do Ebitda, em comparação com o ano anterior, atingindo R$ 379,523 milhões. Para 2015, o Hapvida investirá R$ 180 milhões em expansão e modernização da sua rede com 210 unidades próprias, entre hospitais e clínicas", afirma.

Em 2015, a operadora espera crescer, em número de vidas, 12% em Medicina e 31% em Odontologia. A expectativa é também diante da participação de mercado da empresa, que amplia no Brasil e nas regiões onde atua com rede própria de atendimento.

Com uma estrutura de negócios verticalizada, o Hapvida, segue na contramão das empresas de planos de saúde do País. Em 2014, o Hapvida alcançou um total de 2 milhões de usuários em medicina e 1 milhão em odontologia. A operadora obteve um crescimento de 13,3% em número de beneficiários de planos médico-hospitalares comparado ao ano anterior, enquanto o setor alcançou 2,7%. Em odontologia, o crescimento do Hapvida foi de 34%, já o mercado foi de 5,4%.

"Esses números são resultado do trabalho de nossa equipe, da execução de um planejamento estratégico eficiente e do excelente desempenho de todos os colaboradores das nossas unidades, médicos e parceiros", comemora Jorge Pinheiro, presidente do Hapvida.

Fonte: Monitor Mercantil

21jul

ANS divulga a atualização do capital base do PMA

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga a atualização do capital-base a ser considerado no cálculo do Patrimônio Mínimo Ajustado (PMA), que deve ser observado pelas operadoras de planos de saúde.

Assim, considerando a variação acumulada de 8,89% do IPCA, no período entre julho/2014 e junho/2015, o capital-base a ser observado pelas operadoras no cálculo do PMA passa de R$ 6.672.850,74 para R$ 7.266.067,17.

Acesse aqui o histórico de atualização do capital-base.

Fonte: ANS

20jul

Planos de saúde chegam a comprometer 40% da renda dos brasileiros

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) revela que só metade dos planos individuais/familiares indicados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) são realmente vendidos. Segundo o estudo, em cinco capitais brasileiras, não há qualquer opção de plano individual para o consumidor com as características pesquisadas. Em 11 capitais, apenas uma empresa, do mesmo grupo econômico, oferta essa modalidade de plano.

Do total de opções listadas no site da ANS, apenas metade é realmente vendida pelas operadoras. Coincidentemente, os planos individuais têm regras mais protetivas sobre reajustes e cancelamento de contrato para o consumidor em comparação com os coletivos, que dominam cerca de 80% do mercado.

O levantamento considerou planos de saúde de cobertura completa (ambulatorial, hospitalar e obstetrícia) de abrangência nacional ou estadual oferecidos pelas dez maiores operadoras de cada estado em todas as capitais brasileiras. A pesquisa verificou também que a oferta de planos com cobertura nacional, que são mais caros, é bem maior do que os de cobertura estadual.

Além de haver menos planos individuais disponíveis do que informa a ANS, a pesquisa do Idec também constatou a baixíssima oferta dessa modalidade de plano de saúde no geral. Das 27 capitais brasileiras, em cinco (18%) não há qualquer opção de plano individual dentro das características pesquisadas: Belo Horizonte (MG), Bahia (BA), Macapá (AP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Em outras 11 capitais (48%), somente uma operadora – do grupo Unimed – comercializa o tipo de plano de saúde em questão, o que caracteriza monopólio nessas localidades.

Os dados da pesquisa também mostram que a mensalidade inicial média de um plano com abrangência nacional para um usuário na faixa dos 30 anos compromete 40% de sua renda média. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a renda média do brasileiro dessa faixa etária é R$ 1.231,76; e o custo médio dos planos nacionais apurados no levantamento, R$ 494,55. Entre os planos estaduais, o custo médio da mensalidade (R$ 328,90) morde 26,7% da renda desse consumidor. Considerando-se os planos com ambas as categorias pesquisadas, que têm preço médio de R$ 426,14, o comprometimento de renda chega a 34,5%.

Fonte: Capital Press

16jul

Karla Coelho é nomeada diretora da ANS

A médica Karla Santa Cruz Coelho foi nomeada para mandato de três anos como diretora da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A designação da presidenta da República, Dilma Rousseff, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (16/07).

Karla é professora-adjunta de Saúde Coletiva na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ingressou na ANS em 2001. O cargo mais recente que ocupou na Agência é o de gerente de Assistência à Saúde, na diretoria de Habilitação de Produtos (DIPRO). Graduada pela Faculdade Federal Fluminense e doutora pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, sua vivência acadêmica na área de medicina e profissional teve ênfase em atividades de saúde suplementar, coletiva e interdisciplinar. 

Antes de receber a sanção presidencial, a indicação da nova diretora foi aprovada pela Comissão de Assuntos Sociais e pelo plenário do Senado Federal.

16jul

ANS prorroga consulta pública do Rol

Por conta do grande interesse da sociedade e para permitir maior participação, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu prorrogar a consulta pública para revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde por mais 30 dias, até 18/8/2015.

A revisão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde faz parte de um processo contínuo e periódico realizado pela ANS com o objetivo de garantir o acesso ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças através de técnicas que possibilitem o melhor resultado em saúde, sempre obedecendo a critérios científicos de segurança e eficiência comprovados por Avaliação de Tecnologia em Saúde (ATS).

A proposta que entra em consulta pública prevê a inclusão de 11 procedimentos médicos - entre terapias e exames -, além da inclusão de um medicamento antineoplásico oral para o tratamento do câncer de próstata, a ampliação de indicações para diagnóstico e tratamento de 16 síndromes genéticas e a inclusão de diretriz clínica para avaliação geriátrica ampla. Também está sendo proposto o aumento do número de sessões/consultas com profissionais de saúde e incluída indicação de consultas com nutricionista para gestantes.

O recebimento das contribuições teve início em 12/06 e o novo rol entrará em vigor em janeiro de 2016. Para esta revisão, a ANS promoveu discussões no âmbito do Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde – COSAÚDE que é formado por órgãos de defesa do consumidor, ministérios, operadoras de planos de saúde, representantes de beneficiários, de profissionais da área de saúde e de hospitais. Ao todo, 39 instituições enviaram contribuições

O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde é obrigatório para todos os planos de saúde contratados a partir da entrada em vigor da Lei nº 9.656/98, os chamados planos novos, ou aqueles que foram adaptados à lei.

Os interessados na consulta pública nº 59 podem acessar os documentos disponíveis no portal da ANS (acesse aqui) e enviar as contribuições exclusivamente por meio de formulário eletrônico.

Confira a seguir as propostas de inclusão e alteração para o Rol 2016.

Entenda melhor o que são os 11 procedimentos e as 16 síndromes genéticas.

Perguntas e respostas

1. O que é o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde?

É a listagem mínima obrigatória de procedimentos (consultas, exames e tratamentos) que os planos de saúde devem oferecer aos beneficiários.

2. Quem tem direito às coberturas previstas no Rol?

Os consumidores de planos novos, que são os contratados após janeiro de 1999, ou adaptados à legislação.

3. Qual é a principal vantagem da atualização do Rol para os consumidores?

A principal vantagem para o consumidor é ter acesso a procedimentos atuais, uma vez que a medicina avança rapidamente, mas com segurança e efetividade comprovadas.

4. Quantos procedimentos estão sendo propostos para inclusão na revisão do Rol?

Foram propostos 11 novos procedimentos, entre terapias e exames. Destes, alguns contam com Diretrizes de Utilização, que relacionam cobertura à segurança e efetividade dos procedimentos.

5. Como é feita a revisão do Rol?

A revisão do Rol de Procedimentos da ANS é realizada a cada dois anos, no âmbito do Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde – COSAÚDE, formado por representantes de órgãos de defesa do consumidor, prestadores, operadoras de planos de saúde, conselhos e associações profissionais, representantes de beneficiários, dentre outras entidades. Os princípios norteadores das revisões são as avaliações de segurança e efetividade dos procedimentos, a disponibilidade de rede prestadora, e a relação custo/benefício do conjunto de beneficiários de planos de saúde. A proposta final é submetida à consulta pública, sendo disponibilizada na página eletrônica da ANS para o recebimento de comentários, críticas e sugestões.

6. Como serão analisadas as contribuições recebidas para o novo Rol, a partir da consulta pública sobre o assunto?

Todas as contribuições recebidas serão analisadas. Depois disso, o Comitê Permanente de Regulação da Atenção à Saúde – COSAÚDE se reunirá e avaliará as contribuições recebidas, para então ser encaminhada a proposta final de Resolução Normativa. Serão descritas as análises feitas para cada contribuição.

7. As operadoras que não cumprirem o Rol serão punidas? Como?

Sim. A multa prevista para as operadoras que não cumprirem a cobertura obrigatória é de R$ 80 mil.

8. Como o consumidor pode denunciar uma operadora que não está cumprindo o Rol de Procedimentos?

O consumidor deve entrar em contato com a ANS e fazer a reclamação. Os canais de atendimento são:

DISQUE ANS (0800 701 9656): Atendimento telefônico gratuito, disponível de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas (exceto feriados).

Portal da ANS (www.ans.gov.br): Central de Atendimento ao Consumidor, disponível 24 horas por dia.

Núcleos da ANS: Atendimento presencial de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30 (exceto feriados), em 12 cidades localizadas nas cinco regiões do Brasil. Confira os endereços.

15jul

Feriado em Recife

Núcleo da ANS em Pernambuco não funcionará na quinta-feira, 16/7

Devido ao feriado municipal em comemoração ao dia da padroeira do Recife, Nossa Senhora do Carmo, o Núcleo de Atendimento da Agência Nacional de Saúde Suplementar em Recife (PE) não fará atendimento no dia 16/7, quinta-feira.

Para esclarecimento de dúvidas ou registro de reclamações, o atendimento ao beneficiário será feito pelo Disque ANS - 0800 701 9656 - no horário das 8h às 20h ou a qualquer hora pela Central de Atendimento ao Consumidor no portal da Agência.

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